terça-feira, 24 de março de 2009

Infecçoes urinárias






Infecções urinárias, uma ameaça para as mulheres
As infecções urinárias podem surgir em qualquer parte do tracto urinário, seja nos rins, nos ureteres, na bexiga ou na uretra. As mulheres e os bebés do sexo feminino contam-se entre as principais vítimas.Na maior parte dos casos, a infecção é provocada por bactérias, a mais comum das quais é a E.Coli, presente nas fezes de todas as pessoas. Outras bactérias, como Proteus mirabilis e Klebsiella também podem ser as responsáveis.Em condições normais, a urina é estéril, ou seja, inteiramente livre de quaisquer germes. Desta maneira, a presença de bactérias na urina traduz-se sempre por uma infecção urinária. Vizinhança indesejávelSão várias as causas que levam ao surgimento da infecção. As mulheres apresentam uma maior predisposição à infecção urinária do que os homens, devido à uretra feminina ser muito curta e situada na vizinhança do ânus, o que mais facilmente leva à contaminação da urina pelas fezes.A cistite é a mais frequente das infecções urinárias. É provocada por um colibacilo (E. coli), mas também por outros germes intestinais (proteus, enterococos, estafilococos). Provoca desejo frequente e imperioso de urinar, urinas turvas e eventualmente com laivos de sangue, mas não produz dores ao nível dos rins.A presença de cálculos renais, deformidades no aparelho urinário, contacto com material infectado durante um exame instrumental da bexiga, obstrução da uretra e a presença de problemas neurológicos que actuam sobre a bexiga, impedindo a normal eliminação da urina, são outros factores que podem provocar a infecção.Os bebés, principalmente as raparigas, têm grandes probabilidades de contrair infecções urinários devido ao uso de fraldas, sendo contaminados pelas próprias fezes. Os rapazes raramente apresentam esse problema e os que fizeram circuncisão correm até um risco bem menor.Quando os rapazes contraem uma infecção urinária devem submeter-se a exames mais aprofundados do sistema urinário logo após a primeira manifestação, que, de uma maneira geral, está associada a uma deformação do aparelho urinário, como válvulas uretrais e refluxo vésico-urinário (quando a urina retorna da bexiga para o ureter).Os principais sintomasOs sintomas nem sempre são evidentes quando se trata de crianças. Pode ocorrer febre, falta de apetite, deficiências no peso e no crescimento. No adulto, porém, o principal sintoma é a dor ao urinar, acompanhada por um aumento da frequência da vontade de urinar. O paciente queixa-se de necessitar de ir várias vezes à casa de banho, mas urinando apenas pequenas quantidades, no meio de dores e sensação de queimadura.Quando a infecção é mais grave, é habitual a pessoa apresentar dores na região lombar e até mesmo notar a presença de sangue na urina.




O sono



Os mistérios do sono
O que é o sono? Porque dormimos? Porque é que não conseguimos dormir? Quantas horas conseguimos dormir? Estas são perguntas que continuam sem resposta.
O sono é ainda uma entidade desconhecida, que ocupa uma parte significativa da nossa existência, mas ainda não se sabe muito bem para que serve. É, sem dúvida, uma necessidade fisiológica como comer, beber e respirar. É uma característica que nasce connosco.
«O sono é muito complexo. É uma situação que obrigatoriamente tem de existir para sobrevivermos, isso é inquestionável. Mas os mecanismos que levam ao sono são, na sua maioria, desconhecidos. A sua causa é biológica, faz parte do nosso ciclo biológico», explica a Dr.ª Pilar Vasconcelos, pneumologista da Clínica do Sono.
É uma característica única de cada pessoa, não é igual em todas. Há quem precise dormir mais e há quem precise dormir menos. «Varia de pessoa para pessoa, desde aqueles grandes ‘dorminhocos’ que dormem mais de 11 horas por dia, até aos que dormem apenas três a quatro horas, mas que se sentem bem», acrescenta Pilar de Vasconcelos.
A cada um o seu sonho
«O sono não funciona em todas as pessoas da mesma forma. A duração não é muito significativa, a sua eficácia sim», sublinha o Dr. Reis Ferreira, pneumologista do Hospital da Força Aérea e da Clínica do Sono. A duração do sono de cada um depende de vários factores: «Depende da sua própria estrutura, da mesma forma que umas pessoas têm uma vida mais activa do que outras. Não há nenhum mecanismo que nos obrigue a dormir. Já nascemos assim. Muitas mães vêm cá e queixam-se de que os seus bebés não dormem quase nada, ou dormem muito. O sono é inato, mas é evidente que o número de horas que se dorme tem que ver com o tipo de vida que se tem», afiança Pilar Vasconcelos.
A ideia de que é o cansaço físico que provoca o sono é completamente falsa. «Quanto muito, o cansaço físico ajudará à indução do sono. A ideia é a de que o sono é um fenómeno fundamental para a ‘arrumação’ de todos os processos sensoriais e de automatismos que complementa a actividade de vigília durante o dia. Tal um computador que arruma tudo nas pastinhas certas, o sono ‘arruma os pensamentos’ para o dia seguinte», explica Reis Ferreira.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009




Now here we go again You say you want your freedom
Well who I am to keep you down
It's only right that you should
Play the way you feel it
But listen carefully to the sound Of your loneliness Like a heartbeat...drives you mad In the stillness of remembering what you had And what you lost
And what you had And what you lost .........

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009